Publicado por: Rodrigo Llantada | 7 07UTC dezembro 07UTC 2011

O que significa “no frigir dos ovos”?

Aí está uma expressão que sempre achei errada: "Como sopa no mel". Tem sentido isso? Quem aprecia sopa no mel? Acho que deveria e deve ser: "Como mosca no mel". Isso, sim, tem sentido.

Não é à toa que os estrangeiros acham nossa língua muito difícil!!!!!!!

Como a língua portuguesa é rica em expressões! Divirtam-se
Achei interessante, porque demonstra o quanto o vocabulário
"alimentar" está presente nas nossas metáforas do dia-a-dia. Aí vai.
Pergunta:
Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão "no frigir dos ovos"?
Resposta:
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel,
mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você
percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente
nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem
idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir
comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é
de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto,
encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é
necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe.
Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai
com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente
acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam
alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha
de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas
mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na
maionese… etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate,
enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com
cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é
tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para
engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos,
literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio
desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar
sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua
empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é
uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco…
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir
plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se
junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir
mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no
frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer
rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata
engorda.
Entendeu o que significa “no frigir dos ovos” ?????????

Publicado por: Rodrigo Llantada | 25 25UTC junho 25UTC 2011

Diversos

Curiosidades da gramática…

image

Publicado por: Rodrigo Llantada | 25 25UTC junho 25UTC 2011

Piscina com filhota, 29°

image Oi

Publicado por: Rodrigo Llantada | 27 27UTC abril 27UTC 2011

O Dilema das Tarifas Dinâmicas

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O Dilema das Tarifas Dinâmicas

Por GABRIELA OTTO

Esse meu artigo também foi publicado no Hôtelier News.
Leia AQUI.
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As cadeias Marriott, Hilton e Intercontinental foram as
primeiras a implantar o dynamic pricing no início dos anos 2000.
Entretanto, parece que só agora os hotéis estão entendendo a revolução dessa
estratégia de preços no mercado.
Dynamic Pricing, Tarifas Flutuantes, Preços Dinâmicos, Tarifas
Flexíveis.
Se você perguntar para um hoteleiro hoje, ouvirá: “chame como
quiser, mas não deixe suas tarifas estáticas. Isso mata sua
rentabilidade!”
O assunto está sendo cada vez mais presente nos debates da
indústria de hospitalidade, mas ainda divide opiniões.
De um lado, hoteleiros entendendo preços dinâmicos como uma
simples maneira de otimizar receita. Do outro, clientes entendendo a prática
como oportunista, injusta e que não honra contratos de longo prazo.
Mas o que é esse negócio chamado Dynamic Pricing?
É uma série de BARs (Best Available Rate), ou melhores tarifas
disponíveis, divididas por categorias de apartamentos e aplicadas
apropriadamente de acordo com a demanda.
E não estamos falando de nenhuma inovação, pois a aviação já
trabalha assim há muitos anos e conseguiu educar o mercado de tal forma que já
entendemos como uma prática normal.
Veja no gráfico como funciona a dinâmica da Precificação
Dinâmica:
Mas é importante deixar claro que não estamos falando de
tarifas públicas, que já devem estar flutuando há muito tempo.
O dilema aqui é a aplicação dessa estratégia para acordos
corporativos, contratos que até hoje eram fechados com “flat rates” (tarifas
fixas anuais).
Thomas Nagel, expert em pricing (precificação) e autor do
livro The
Strategy and Tactics of Pricing
é categórico: “O objetivo da
precificação deve ser a melhor combinação entre margem de lucro e market share,
o que maximiza a rentabilidade em longo prazo.”
Então, se a estratégia de preços deve ser de longo prazo, é
preciso criar uma estrutura de precificação racional, coerente, transparente e
que faça sentido para o mercado.
Mas nem sempre é o que acontece. E temos os dois lados
novamente:
Hoteleiros que ainda não assimilaram toda a revolução da
distribuição, revenue management e precificação da hotelaria dos últimos tempos
e, consequentemente, não conseguem passar o “valor” da prática para o
mercado.
Do outro lado, empresas e consortias com grande volume de
negócios em vários destinos no mundo que não conseguem projetar seus budgets de
viagens com base no dynamic pricing. Aliás, a falta de assertividade na previsão
de gastos é o maior obstáculo para a aceitação desse tipo de acordo pelo
mercado.
Em uma pesquisa feita pela HSMAI
(Hospitality Sales and Marketing Association International)
nos Estados
Unidos, especialistas da indústria deixaram claro que a precificação dinâmica é
uma coisa na teoria e outra na prática.
Last Room Availability, um entrave para o dynamic pricing
Se o cliente em questão não tiver produção em períodos que o
hotel mais precisa e ainda centralizar a maioria dos seus negócios durante
períodos de alta ocupação, o hotel terá um alto “custo de oportunidade”, ou
seja, estará deixando de vender tarifas mais altas e ainda não aproveitando a
sazonalidade típica da indústria. Não parece um bom negócio.
O estudo da HSMAI também sugere aos hoteleiros que, sempre que
possível, fechem contratos com restrição de LRA somente para algumas categorias
de apartamentos e não todas como muitos hotéis ainda fazem (incluindo até sua
Suíte Presidencial).
Claro que alguns RFPs (request for proposals) ou contratos
internacionais de grande volume são impositivos. Além de LRA, ainda não aceitam
black out dates (como Carnaval na Bahia, Ano Novo no Rio e Fórmula 1 em São
Paulo), entre outras exigências.
Bem, não vou advogar aqui por “ideologias hoteleiras”, até
porque não existe certo e errado nessa questão. Depende do objetivo, da
necessidade e da estratégia de vendas, e de RM de cada hotel. O importante é
saber que a decisão é sua, o inventário é seu e as condições devem resultar em
um  “ganha x ganha”, como qualquer boa negociação.
Vantagens
Mas não só de problemas operacionais e dúvidas vive o mercado em
relação ao Dynamic Pricing.
Veja algumas vantagens para empresas e parceiros:
·
*  O demorado processo de RFP (Request for Proposal) é simplificado,
resultando em tempo e economia de custos.
·
*  Loading no GDS (Sistemas de Distribuição Global) torna-se mais fácil e
mais preciso.
·
*  Gestão de viagens é simplificada com as tarifas dinâmicas, pois é
aplicado um desconto sobre a tarifa pública (BAR) durante todo o ano em todos os
tipos de quartos.
·
* Com tarifas inferiores à BAR é possível conseguir valores menores que o
preço fixo anual em alguns períodos.
·
*  A disponibilidade e a variedade de categorias aumentam, pois não há
restrições, nem black out dates.
·
*  É possível negociar contratos por vários anos, afinal não é um preço
fixo, mas um desconto sobre a melhor tarifa que está sendo oferecido.
Mas nada disso vale só confiando no seu “feeling” de hoteleiro.
Qualquer decisão nesse sentido deve se basear em dados concretos e com
recomendações de um bom RM.
E a polêmica continua…
No final do ano passado, a IHG anunciou no evento da NBTA
(National Business Travel Association) que adotaria a precificação dinâmica para
seus clientes corporativos no mundo todo após uma experiência positiva na região
da Ásia-Pacífico.  Como tiveram a adesão de 1.000 contas, decidiram afastar o
modelo híbrido e oferecer a prática em mercados secundários e terciários,
mantendo preços fixos somente nos principais mercados.
Também no final do ano passado, uma publicação na Business Travel News trouxe o
título: “Dynamic
Hotel Pricing Making Limited Inroads among Buyers”
. Na matéria, dois
terços dos 221 compradores de viagens disseram que não usam um sistema de preços
dinâmicos.
A pergunta que fica então é: “Os hotéis estão trabalhando
aplicando suas tarifas dinâmicas com quem?”
http://www.tnooz.com
Porque a Hotelaria não consegue emplacar sua precificação
dinâmica?
O estudo da HSMAI também aponta algumas das principais
razões:
1)
Falta Agilidade – Apesar destas vantagens, os compradores de
viagens parecem preferir contratos de taxa fixa, especialmente quando estamos
falando sobre os volumes de produção elevados e com cada hotel. A CWT (Carlson Wagonlit Travel)
escreveu sobre o assunto há alguns anos e foi taxativa: “A resistência geral
aos acordos de preços dinâmicos decorre do fato que os hotéis têm sido lentos
para fornecerem a prova concreta do justo valor agregado da prática”.
2)
Falta Transparência – maior dificuldade para ganhar a aceitação do
mercado foi a falta de transparência na tarifação dos hotéis. Hotéis estão
encarando um desafio para controlar suas tarifas nos inúmeros canais de
distribuição.
3)
Falta Tecnologia – Um dos pontos principais que os gestores de
viagens colocam é a falta do conhecimento, competências e infraestrutura técnica
dos hotéis para gerir adequadamente seus preços e disponibilidade.
Mas alguns dos itens acima já estão ficando no passado. A
indústria hoteleira e a tecnologia avançaram.  Hoje, quem já implantou a cultura
de Revenue Management no seu hotel e entendeu o mundo multicanal em que vivemos,
é totalmente capaz de oferecer o quarto certo, na hora certa, pelo preço certo,
pelo canal certo, através de preços dinâmicos.
Então o que falta para os hotéis finalmente desencadearem a
revolução da precificação dinâmica?
1)
* Criar confiança
2)
* Passar confiança
3)
* Acabar com o medo
4)
*  Tornar-se verdadeiro parceiro do cliente
Basicamente, a prática se resume na gestão de receitas eficaz e
eficiente. Se pudermos prever com precisão como será nosso negócio no próximo
ano, podemos dizer aos nossos parceiros facilmente quanto os quartos custarão.
Temos de convencê-los com números, estatísticas e gráficos.
Mostrar-lhes o que vai ser gasto em uma base mensal/anual, permitindo um melhor
orçamento de suas despesas de viagem. Precisamos nos tornar valiosos parceiros
estratégicos.
Em resumo, invista na conscientização da sua equipe e depois
parta para novas negociações com seus parceiros.
Além de precisões detalhadas, ofereça LRA (disponibilidade até o
último apto.) e Best Rate Garantee (melhor tarifa garantida), se necessário.
Estamos falando de um relacionamento de longo prazo e estratégico, vale a pena
ampliar os itens dessa negociação.
No final de um artigo interessante sobre o assunto, Patrick
Landman, VP Business Development do RateTiger e eRevMax, provoca
os hoteleiros: “Próximo passo, preços dinâmicos para operadores, ou será que
estamos indo rápido demais agora?”
Calma Patrick! Precisamos engatinhar antes de caminhar, e
caminhar antes de correr! Coerência, transparência e muita
determinação.
Mãos à Obra e Boa Sorte!
======================Se
você gostou desse artigo, talvez se interesse por esses outros:
Como
vivíamos sem Revenue Management

O
Futuro do Revenue Management

Ganhando
a Guerra de Preços na Hotelaria
Publicado por: Rodrigo Llantada | 28 28UTC janeiro 28UTC 2011

Curiosidades Manauaras

Opa,

vamos atualizar com algumas fotos nossas andanças e aventuras para adaptação em Manaus.

A época agora é de inverno, por isso não podemos ir a piscina todos dias, por causa da chuva. A Jú sempre acha um tempinho entre uma nuvem e outra. Temperatura média nesta época é de 30º.

Já no caso das compras, algumas peculiaridades… sabem aquela história do “peixe hipoglós” ? … isto pacú assado… e não é que ele existe mesmo ? só que não é assado, é tratado ! ta aí a prova:

 Passada a brincadeira, churrasco aqui é bom, tem churrasqueira no prédio. Alías, churrasqueiras, são cinco, cada uma com um forno de pizza do lado. Mas olha o preço do carvão de 3kg que a gente acha caro no Zaffari por R$ 4,50… saudades. As outras fotos são da Feira do Coroado… até que enfim achamos um lugar onde frutas e verduras são mais baratas… e o tambaqui na brasa vai ficar uma delícia.

Bjs e até mais…

Publicado por: Rodrigo Llantada | 24 24UTC janeiro 24UTC 2011

CONTRATA-SE

Contrata-se profissional capaz de dedicar-se pessoal e profissionalmente com comprometimento, lealdade e disposição.

Que veja na arte de servir, o mérito de estar à disposição do outro e poder realizar seus desejos e suas aspirações.

Capaz de, humildemente, buscar cada vez mais seu crescimento profissional e pessoal.

Atentar-se para as coisas simples do dia a dia, mas que tanta diferença fazem.

Capaz de reconhecer-se nos sentimentos do próximo.

Capaz de oferecer-se pelo prazer de ressaltar os desejos do outro como se fosse seus próprios.

Que saiba representar a arte da vida, com suas nuances e maravilhosas diferenças.

Que tenha como princípio o código de honra, onde servir é a oportunidade que nos é dada em vida de nos colocarmos para o outro de forma pura e sincera.

Contrata-se um HOTELEIRO.

Publicado por: Rodrigo Llantada | 19 19UTC setembro 19UTC 2010

ANTI-STRESS

Dicas simples para evitar o stress em meio à correria:
Sua vida está tão corrida que você nem tem um minuto para respirar? Anda irritado e preocupado demais? Sente uma frustração constante por não conseguir realizar seus projetos?
Você precisa parar por um instante e relaxar. Mas isso não significa se sentar na cadeira e matar o tempo. Há mudanças no seu dia-a-dia que podem fazer muita diferença.

Fique zen atrás do volante:

Como o trânsito é inevitável, procure sair 20 minutos mais cedo e marque reuniões só após as 10h, assim você evita ficar ansioso. Ter o som como companhia é imprescindível para ficar de bom humor e relaxar. Na volta, para evitar a fome, carregue lanches, como barras de cereais.

Movimente-se no almoço:

Reserve 2 ou 3 dias durante a semana para se exercitar durante 30 minutos na hora do almoço. Procure uma academia perto de onde trabalha ou dê uma volta no quarteirão. O exercício regular reduz o stress, deixa você de bom humor e melhora sua saúde, além de ajudar a dormir melhor.

Medite por 3 minutos:

Esse exercício de respiração é uma maneira rápida de aliviar a raiva, a tensão e a frustração. Sente-se de maneira confortável e comece a inspirar e expirar diversas vezes, por 3 a 5 minutos. Preste atenção na respiração. Fazendo isso com freqüência, você pode treinar seu corpo para relaxar em situações de stress.

Crie espaço na sua agenda:

Considerando que o trabalho não é tudo na sua vida, diversão e qualidade de vida são mais que necessários. Depois de colocar sua vida em dia na segunda-feira, alugue um filme na terça e, na quarta, cuide de você, dando de presente uma massagem ou um banho relaxante. Já na quinta, leia livros ou revistas que mais gosta e, para finalizar, jante com os amigos ou o seu amor na sexta.

Diga não ao desperdício de tempo:

Adote atitudes que façam seu dia render mais. Quando você coloca como meta aprender a gerenciar o tempo, um dos maiores desafios é descobrir de que maneira você desperdiça minutos preciosos.
Aqui você vai encontrar algumas pistas e também os caminhos que deve tomar para evitar o acúmulo de obrigações e conquistar mais tempo para você.

 
Desconecte-se e conecte-se em horários definidos::

Ficar plugado na Internet o dia inteiro faz com que você deixe de cumprir suas obrigações. Seu interesse passa do trabalho para os milhões de sites à sua disposição, e você acaba ficando horas conectado, sem perceber. Como conseqüência direta, as obrigações ficam acumuladas.
Para se manter informado, acesse logo de manhã os sites de notícias e dê uma lida rápida nos assuntos que mais despertam seu interesse. Bastam 15 minutos para você se atualizar.
Para se entreter, presenteie-se com 10 minutos por dia, especialmente ao final de importantes tarefas que você conseguiu cumprir no trabalho, para acessar os sites que mais gosta. Depois, volte ao trabalho.
Para relaxar, faça uma seleção das músicas que mais gosta e deixe seu fone de ouvido ligado.

Limite e aumente sua produtividade::

Tanto o e-mail quanto os programas de mensagens instantâneas podem absorver grande parte do seu dia. Se prestar atenção, vai perceber que você acaba checando, a cada minuto, se há novas mensagens ou contatos. Isso só faz você perder o foco das suas obrigações e ainda aumenta seu expediente.
Escolha 2 ou 3 horários durante o dia para checar e responder aos e-mails. Logo de manhã é essencial verificar assuntos que ficaram pendentes, responda aos e-mails que forem mais urgentes. Assim que voltar do almoço, dê uma olhada rápida e fique atento só ao que for prioritário.
Depois de cumprir suas obrigações, será mais fácil ter meia hora, ou seja, 15 minutos no almoço e 15 no fim do dia para checar seus e-mails pessoais e conversar com seus amigos.

Desligue a TV e ligue-se no que você gosta:

As horas que passa em frente à tv transformam-se em perda de tempo quando você só fica mudando de canal, ou acaba assistindo a um programa qualquer, só por falta de opção.
Especialmente com a tv a cabo, ficou mais fácil selecionar o que você realmente tem vontade de assistir. Ao invés de ficar ligado na telinha durante todo o seu tempo livre, seja seletivo. Reserve 1 hora da sua noite para se divertir com uma série, aprender mais com um documentário ou conferir as novidades do seu programa favorito.
Tente, 1 dia por semana, deixar a tv desligada. E ocupe o seu tempo com o que te dá prazer e vem procrastinando. Aventure-se com um livro, brinque com seus filhos, saia de casa ou fique até sem fazer nada, só descansando.

Ganhe mais tempo todas as manhãs:
5 dicas que vão te ajudar a sair para o trabalho sem correr contra o relógio:

  1.  Sair de casa estressado não é a melhor maneira de começar o dia. Especialmente de manhã, o tempo voa, e com frequência você pega o ônibus ou dá partida no carro na última hora, com a sensação de que se esqueceu de algo.
    Ganhar tempo é possível, quando você usa apenas 30 minutos da noite para organizar o dia seguinte. Os resultados vêm em minutos a mais para você dormir e se preparar sem tensão.
    Deixe essas dicas trabalharem a seu favor para incluir mais qualidade na sua vida diariamente.
  2. Antes de ir para a cama: Defina seu estilo - Decida com que roupa vai trabalhar no dia seguinte e já deixe tudo separado. Isso vai poupar aqueles minutos preciosos que você passa em frente ao guarda-roupa sem saber o que vestir. Mas se você é daqueles que escolhe a roupa de acordo com o humor ou se preocupa com o clima, uma boa alternativa é fazer essa escolha enquanto toma banho. De uma maneira ou de outra, você vai ficar bem vestido e pronto para causar uma boa impressão.
  3. Coloque o café na mesa: Se você já deixar arrumado tudo o que não for perecível, pode ter cafés da manhã bem mais saudáveis, com frutas e cereais. É bem melhor começar o dia com energia do que sair de casa só com uma xícara de café. Garanta uma boa nutrição: É muito prático deixar o seu almoço nos recipientes adequados dentro da geladeira, porque de manhã você só precisa colocá-los em uma bolsa ou sacola. Já se faz suas refeições fora da empresa, considere levar um lanche para não sentir tanta fome antes do jantar. Boas opções são frutas, iogurtes, biscoitos integrais e barras de cereais.
  4. Agende o dia seguinte: Tirando as obrigações do trabalho, considere o que precisa fazer no seu tempo livre. Separe o filme que tem que devolver na locadora, pegue as contas para pagar, anote o aniversário de um amigo na agenda para se lembrar, carregue o seu celular. E, o mais importante, presenteie seu próximo dia com algo que goste realmente de fazer, e reserve uma ou mais horas para isso.
  5. Faça uma limpeza rápida: A idéia é organizar, para deixar sua casa mais confortável e evitar um cenário caótico. Lave a louça do jantar, coloque as roupas sujas no cesto e recolha os objetos e sapatos que estão fora do lugar. Essas simples ações atuam como mágica, e você pode fazer tudo rapidamente.

FONTE: http://www.programafazbem.com.br – Laboratório Astrazeneca

Publicado por: Rodrigo Llantada | 31 31UTC julho 31UTC 2010

Manaus

… então, nesta sexta-feira tivemos uma programação diferente em Manaus. A Cia. Brasileira de Ópera está hospedada conosco (Blue Tree Premium Manaus) e convidou os funcionários a assistí-los.

Não tinha idéia do que iria ver, ópera ? brasileira ? que preconceito tolo. Assisti a um espetáculo maravilhoso com tecnologia multi-mídia e interatividade.

Além da ópera tive a oportunidade de conhecer o famoso Teatro Amazonas. Segue algumas fotos:

Publicado por: Rodrigo Llantada | 9 09UTC abril 09UTC 2010

A Força dos Hotéis Independentes

Esse artigo também foi publicado no Hôtelier News. Para ler, clique aqui

ARTIGO DE GABRIELA OTTO

Como tudo na vida, a decisão em se manter como um hotel independente ou filiar-se a uma marca traz consigo vantagens e riscos.

Os possíveis benefícios da independência são:

• Maior controle sobre a gestão e o negócio como um todo.
• Criação de um nicho personalizado, satisfazendo um grupo seleto de clientes.
• Não pagamento de “fees” à administradora hoteleira.
• Fortalecimento de uma identidade única.

Por outro lado, os riscos também são relevantes:

• Maior dificuldade de competir contra os recursos das grandes redes.
• Muitos viajantes podem ser atraídos pelas marcas já conhecidas.
• Alto custo de distribuição.
• Falta de inteligência de mercado e expertise em marketing.

Com base nisso, o melhor a fazer antes de tomar uma decisão entre afiliar-se a uma administradora hoteleira ou manter um hotel independente, é entender o (real) motivo pelo qual o hotel está sendo aberto. Será sua maior fonte de renda ou é somente um passatempo? Você está disposto a entrar de cabeça nesse mundo hoteleiro ou prefere a tranqüilidade de ter um especialista tomando conta do negócio? Qual sua (real) paixão e expertise pelo segmento?

Se a decisão for por não entrar na “indústria” hoteleira através de uma marca conhecida e seguir com o compromisso de administrar o hotel de maneira independente, vamos então falar sobre algumas dicas para fazer o negócio dar certo.

Em tempo, “dar certo” significa negócio rentável, com ROI (return on investment) razoável e administração sustentável.

E o modelo está em alta. A tendência do turismo mundial é justamente a busca por destinos e hotéis com personalidade própria, identidade única, onde o hóspede possa realmente sentir a personalização de serviço. Estamos falando daquele diferencial intangível, quase impossível da concorrência copiar e que se sustenta à longo prazo.

Se voltarmos ao básico da hotelaria, veremos que os hotéis independentes, em tempos difíceis, se bem gerenciados, tem muitas vantagens de sobrevivência e rentabilidade em comparação às grandes redes.

Sua ingenuidade (no bom sentido) em relação ao mercado e orçamento limitado leva-os, muitas vezes, a saídas inovadoras e atraentes para os turistas.

Com uma gestão voltada para o serviço personalizado e um relacionamento de longo prazo com o cliente, é possível ir longe.

Mas como aplicar isso na prática?
Dois pontos são vitais:

1) A estratégia deve ser trabalhada nos 4 P´s (Preço, Produto, Promoção e Praça – praça em hotelaria significa distribuição). Não é difícil entender que esses quatro itens são as únicas coisas que temos total controle em um negócio. O impacto de todo o resto (concorrência, clientes, economia, etc) pode ser minimizado com uma boa análise de ambiente, dentro de um consistente planejamento estratégico. Nada mais que isso.

2) Foco na experiência TOTAL do hóspede (antes, durante e depois da hospedagem).
Mas vamos estudar cada uma das estratégias:

PRODUTO

Por definição, Philippe Kotler, guru do marketing mundial, afirma que, por Produto, entende-se “qualquer coisa que possa ser oferecida ao mercado para aquisição, utilização ou consumo e que pode satisfazer um desejo ou necessidade. Embora a maioria dos produtos seja de natureza física, quando visualizados de maneira ampla, passam a incorporar, além de objetos físicos, serviços, pessoas, locais, organizações e idéias.”

• Staff – Sua equipe será responsável por boa parte da satisfação do hóspede. Então, invista em treinamento, sério processo de seleção, redução de “turnover” (rotatividade) e satisfação do seu colaborador. Como diz o lema da Disney: “Pessoas-Funcionários bem preparados e felizes fazem Pessoas-Clientes felizes.”

Redução de pessoal somente em última instância e, mesmo assim, nunca prejudique a “entrega” de um serviço de qualidade ao hóspede.

Pelo hotel ser pequeno, o contato dos donos pode (e deve) ser pessoal e constante com os colaboradores. Dê-lhes a devida importância, afinal, seu negócio está (literalmente) nas mãos deles.

• Produto Tangível – Nada pior do que o básico mal feito. Limpeza e segurança são coisas vitais em um hotel. Fora isso, a manutenção é muito importante. Lâmpadas queimadas, tapetes desfiados ou quadros rasgados são detalhes imperdoáveis. Vamos encarar os fatos: isso tem mais a ver com má vontade e/ou preguiça do que com limites de orçamento.

Novamente, se o corte de custos for inevitável, nunca prejudique a experiência do hóspede. Esses pequenos detalhes fazem a diferença sim. Uma solução inteligente foi de um resort no Caribe chamado Nisbet, que amargava 17% de ocupação durante a crise de 2009. Eles fecharam os apartamentos standard para economizar na energia dos andares, mas abertos para vendas. Quando o hóspede chegava, se surpreendia positivamente com um upgrade para um apto.luxo.

Resultado: além de outros pequenos cortes, minimizaram o impacto da crise e ainda fidelizaram muitos clientes.

• Invista nos “amenities” – No Brasil, muitos entendem por “amenities” somente os itens que ficam a disposição dos hóspedes no banheiro. Na verdade, a palavra é bem mais ampla em hotelaria e abrange qualquer coisa que está incluso na diária e é oferecido como um “brinde” ao hóspede.

Quantos “mimos” são possíveis de oferecer? Um hotel americano ofereceu 4 câmeras de vídeo para serem utilizadas pelos hóspedes durante a hospedagem. Eles poderiam filmar a viagem e o hotel, gravar em seus pen-drives e computadores e mandar para seus emails, com a única obrigatoriedade de devolver a filmadora no check out. Uma grata surpresa para o hotel foi ver a receptividade dos hóspedes, os elogios da mídia especializada e os inúmeros vídeos postados na internet pelos hóspedes falando sobre sua experiência no hotel. Imagine quanto eles economizaram em propaganda e relações públicas só com essa ação.

PREÇO

Aqui a recomendação é simples, mas de difícil operacionalização. Nunca reduza preço, mas adicione “valor” ao seu hotel.

• Mantenha suas tarifas – Aquela “mania” que os hotéis do mundo todo têm de focar no aumento da ocupação já foi por “água abaixo”. Pesquisas já comprovaram que isso, a longo prazo, prejudica a imagem do hotel perante o mercado e não traz recuperação financeira. Se, em um momento de baixa demanda, a tentação for inevitável, faça isso com negociações pontuais, como grupos, por exemplo. Não mexa nas suas tarifas públicas.

• Adicione “valor” – Novos amenities e ofertas especiais para um determinado período podem surtir um efeito positivo.

Mas para tudo isso dar certo é importante dar “empowerment” (poder de decisão) ao seu Depto. de reservas e Recepção. Eles podem ter mais autonomia para oferecer benefícios que podem resultar em reservas imediatas. Coisas com alto valor percebido pelo hóspede e baixo custo para o hotel são os mais recomendados. Um crédito de 100 reais em bebidas (que tem um custo de 30 reais para o hotel) é um bom exemplo.

DISTRIBUIÇÃO (Praça)

Como ainda há confusão com o conceito, vale um rápido esclarecimento antes. Entenda-se “Canais de Distribuição” como sendo por “onde” o cliente compra (seja ele intermediário ou cliente final). Então, falamos de 3 canais básicos:

- Central de Reservas (considerando sim o Depto. de reservas do seu hotel, por exemplo)
- Internet (dividido entre sua homepage e as OTAs (Online Travel Agencies)
- GDS (Global Distribution System). A maioria das agências do mundo trabalha com algum GDS.

Aliás, agências de viagens são “intermediários” e podem efetuar suas reservas por qualquer um desses 3 canais acima.

• Homepage – Antes de qualquer ação, planeje. Não entre nessa onda de distribuição online sem estudar antes e/ou contratar quem saiba trabalhar corretamente seu hotel na internet.

E dê muita atenção a esse tópico, pois a tecnologia é o veículo que possibilita você ter a mesma visibilidade de qualquer grande rede. Atualmente, sua reputação online é muito mais importante do que o “gordo” orçamento (budget) para ser investido em mídias de grandes redes hoteleiras.

- Antes de qualquer outra coisa, invista na sua própria homepage. E, por favor, que seu site “funcione”! Se deixá-lo desatualizado e/ou sem graça, os potenciais hóspedes pensarão o mesmo dos seus apartamentos. Deixe fotos (de alta resolução), vídeos (se possível), promoções, opções de entretenimento e espaços funcionais do seu hotel, etc. Quanto mais imagens o site mostrar, mais confiante, ansioso e pronto para efetuar a reserva ficará seu futuro hóspede. E, finalmente, torne fácil para os visitantes encontrar a informação desejada, tarifas, disponibilidades e, principalmente, TODOS os contatos possíveis.

Para terminar esse tópico tão importante, lembre-se que um hotel funciona 24 horas e a internet também. Portanto, um cliente pode ligar sim tarde da noite para aquele número de telefone do site e esperar por um funcionário disponível (e disposto), com todas as informações que ele precisa e autonomia para efetuar reservas e negociar, se necessário.

• 3rd Parties (OTAs = Online Travel Agencies) – Verifique quais são as mais fortes no seu mercado e liste-as.

Faça-as trabalhar para você, mas mantenha sempre o controle de suas tarifas e inventário.

• GDS – Rob Cornell, da Preferred Hotels, acredita que: “Marcas de distribuição global já evoluíram a ponto de fornecer ao proprietário do hotel independente o que há de mais recente em tecnologia de distribuição de reservas, marketing, relações com parceiros, padrões de qualidade, volume de compra e infra-estrutura de vendas. Este tipo de acordo é vantajoso porque dá ao proprietário um alto grau de controle, com baixo custo de distribuição. Outras vantagens incluem um custo inicial baixo, contrato de curto prazo, e um controle substancial da operação, apesar de concentrar o máximo de recursos na geração de receitas mensuráveis”.

A Amadeus é um exemplo disso, com o recém lançado LinkHotel, uma plataforma aberta com foco nos hotéis independentes. Se seu hotel não é distribuído pelo GDS, considere essa possibilidade. Sim, é o canal mais caro, mas ainda vale à pena.

Por último, afiliação com alguma associação hoteleira que sustente um posicionamento coerente com o do seu hotel pode ajudar na validação da sua qualidade, exposição no mercado e conseqüente volume de negócios. Mas analise bem os “fees” a serem pagos.

PROMOÇÃO

Esse “P” tem a ver com o verbo “promover” e não promoção no sentido de desconto. O trabalho aqui é “se fazer conhecer”, gerar demanda, criar o desejo do público conhecer seu hotel, entender o mercado, conhecer o cliente, etc.

O Depto. de Vendas, por exemplo, faz parte desse setor. Ninguém dá seu cartão de crédito a um executivo de contas para efetuar sua reserva esperando já um número de confirmação, certo?

A regra básica em Promoção é: “não tente atrair todo mundo. Determine sue nicho de mercado, seja relevante para seu público e interaja com ele.”

• CRM – Intensificar o CRM (Customer Relationship Management) é sempre uma boa estratégia. Sabendo que adquirir um novo cliente custa 5 a 7 vezes mais do que manter um cliente produtivo já fidelizado, é fácil entender a importância do investimento em CRM. Com ações mais assertivas, o custo das ações de marketing e vendas diminui e os resultados aumentam.
Não podemos ignorar a contribuição da prospecção, mas o relacionamento a longo prazo com os clientes deve fazer parte da base de qualquer negócio.

• Email Marketing – o máximo de personalização, formato HTML (com cuidado, pois algumas empresas bloqueiam esse tipo de mensagem), interatividade e links para sua homepage.
Com relação a processos, não esqueça de monitorar e ter um bom sistema de “tracking” (afinal, um projeto sem mensuração é praticamente nulo). Quanto ao “mailing”, atualização constante. E constante não é uma vez por semestre, mas quase diariamente.
Talvez possa também parecer óbvio, mas, por favor, não seja um hotel “chato virtual”. Cuidado com a quantidade e relevância desses emails.

• Relações Públicas – Invista na cobertura da mídia sobre promoções e novidades do seu hotel. Entre tantas ações possíveis, mande “releases”, faça “press trips” (convidar jornalistas para visitar seu hotel) e associe-se a marcas de outros segmentos que tem a ver com o seu público através de patrocínio ou apoio cultural. Exposições de arte, feiras de moda, esportes em geral e eventos importantes da sua cidade são alguns exemplos.
No final, é vital mensurar o quanto foi economizado em mídia paga com essas ações. Você pode se surpreender.

• Mídias Sociais – aproveite para conversar com seu cliente (potencial ou já fidelizado). Crie uma comunidade do hotel no Facebook para contar as novidades, insira sua conta no YouTube para dividir vídeos (bem feitos) do hotel e entre no Twitter para contar (em tempo real) as inovações, promoções do hotel. Para hotéis fora das grandes capitais, quem sabe incluir até dicas turísticas da sua cidade.

• Conheça a fundo o TripAdvisor. Se não conhece, entre AGORA no site e situe-se. Difícil imaginar um hoteleiro que não sabe do que se trata o TripAdvisor.

Lembre-se que reputação online não tem nada a ver com a classificação do seu hotel. Muitos hotéis pequenos superam grandes redes no ranking do site.

Mas trabalhe corretamente. Somente 4% dos hotéis respondem a comentários negativos no TripAdvisor. Interaja com seus clientes e deixe-os ser sua melhor (e mais barata) propaganda. April Robb, executivo da TripAdvisor, afirma que a maneira como um hotel responde a uma crítica é mais importante para a decisão de uma reserva do que a própria crítica.

• Volte-se ao seu melhor cartão de visitas e criadora de demanda: sua homepage. Informe-se para construir as métricas do seu site e palavras chaves corretas para ser facilmente encontrado nos sites de busca.

Faça o teste: Coloque no Google “(a palavra) hotel + (nome da sua cidade)” e veja em que lugar da listagem seu hotel aparecerá.

O segundo teste é colocar o nome do seu hotel direto nos sites de busca. Sua homepage DEVE aparecer em primeiro lugar. Se alguma agência de viagens aparecer primeiro, ela está pagando por isso ou trabalhando com as “keywords” (palavras chaves) de maneira mais eficiente. Seja como for, é um investimento que você deve fazer. Seu site deve trabalhar para você. O retorno é certo.

• Por último, considere a contratação de um consultor de marketing para trabalhar o posicionamento do hotel, organização das idéias e/ou um consistente plano estratégico. Na maioria das vezes eles trabalham por hora. Faça uma negociação de acordo com seu orçamento.

O sucesso de um hotel independente depende da sua habilidade em saber se diferenciar no mercado. Enquanto as grandes marcas tendem à previsibilidade, os independentes sobrevivem da inovação. Grandes marcas refletem o estilo do consumidor. Os independentes, como já mencionado no início do texto, buscam desenvolver produtos que os conectem com um nicho específico de mercado.

Existe um segmento de mercado que quer descobrir o que é “cool”, “trendy” (da moda), produtos únicos e com personalidade própria. Hotéis Boutique, por exemplo, são um estilo e formato que realmente buscam por sua individualidade e que refletem sua personalidade nos mínimos detalhes.

Smith Travel Research já divulgou, há muitos anos atrás, que os hotéis independentes estavam competindo e dando resultados (proporcionalmente) tanto quanto hotéis de rede nos Estados Unidos. E, além da ocupação, estavam conseguindo diárias médias que conseguia equilibrar seu “REVPAR Penetration Index” (Índice de penetração de mercado com base no RevPar. Diferente de market share, é um índice muito mais apurado e moderno de avaliação de performance de um hotel).

Pois essa já é nossa realidade aqui no Brasil também. Os pequenos estão “incomodando” cada vez mais.

Agora, o próximo paradigma a ser quebrado é o reconhecimento por parte de investidores para o desenvolvimento de hotéis independentes.

Quer ser um hotel independente de sucesso e fazer a diferença no seu mercado, então entre “de cabeça” no encantado mundo da hotelaria. Invista em conhecimento, distribuição focada, super motivação da equipe e uma grande paixão por servir.

Boas decisões e bons negócios!

Publicado por: Rodrigo Llantada | 26 26UTC março 26UTC 2010

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